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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Cortimóveis


Fundada no início da década de 80 o objectivo inicial estava já bem definido, "fabricar e comercializar mobiliário em pinho maciço para o mercado nacional". Foi na década seguinte, durante os anos 90, que a empresa começou a expor o mobiliário em feiras da especialidade e a consolidar-se a preferência como fornecedor para o mercado nacional.

Em 1991, e durante a exposição em Lisboa, surge um importante contacto para o mercado do Benelux. Desenvolve-se toda uma inovadora filosofia de venda de produto que, associada a uma estratégia de Marketing consolidada, começa a agitar o mercado do mobiliário em Portugal.

Os clientes da Cortimóveis tornam-se rapidamente parceiros de negócio com quem se desenvolvem diversos projectos. Neste contexto, os níveis de produção aumentaram pelo que foi necessário reestruturar todo o processo de produção. Diversos parceiros foram contratados, nomeadamente nos campos da informática e do planeamento de produção. Nesta transformação houve o cuidado de manter o processo de acabamento em bases artesanais. A implementação deste processo ocorreu a par de uma formação profissional que gerou equipas de trabalho profissionais e bastante motivadas.

Anos mais tarde houve a necessidade de desenvolver novos produtos com vista à conquista de novos mercados. Nasceu o projecto “Reverso”.

Em 1999, o mercado do mobiliário suscita a necessidade de produtos mais económicos. Desta necessidade nasce um outro projecto de mobiliário em pinho maciço denominado “Linha d'Água”.

No ano de 2000 projectam-se novas perspectivas de evolução de negócio com exposições de mobiliário nas principais feiras da especialidade em Espanha e França. Desenvolvem-se as linhas de mobiliário “Anouck” e “Monarca”, quase exclusivamente destinadas ao mercado externo e, um ano mais tarde, afirma-se a tendência exportadora com a linha “Chaumière”.

Em 2001 a empresa desenvolve os produtos, adaptando-os às exigências do mercado nacional, e expõe mais uma vez no maior certame de mobiliário em Portugal - ExporHome.

Em 2002 nasce a linha “Campagne”, visando um mercado mais rústico e específico.

Em 2004 a Cortimóveis começou a laborar no mercado espanhol onde conquistou, rapidamente, uma importante cota de mercado no campo do mobiliário de madeira maciça. Com as linhas “Blox” e “Bali” atinge os 150 clientes neste país no final de 2006. Nos anos seguintes o esforço comercial da empresa foi direccionado para a consolidação neste mercado, desenvolvendo, para o efeito, a linha “Dry”.

Em 2009/2010 o caminho da empresa pelo mercado europeu torna-se ainda mais efectivo com participações em feiras em França e na Alemanha e com o desenvolvimento, em parceria com designers locais de renome, de produtos específicos para estes mercados. Com as linhas “City”, “Romance” e “Rio” a Cortimóveis alcançou cerca de 210 clientes nos mercados francês, belga e luxemburguês.

Em 2011 a Cortimóveis começou a operar no mercado alemão, o principal mercado mundial de mobiliário de qualidade em madeira maciça.

Actualmente a Cortimóveis consegue, com as suas linhas de mobiliário, responder em termos efectivos às necessidades dos diferentes mercados (nacional e internacional) e fazer face aos diferentes segmentos do mercado.

Política da qualidade

A Cortimóveis definiu e faz divulgar as suas principais linhas de orientação no âmbito da Gestão da Qualidade, que compreendem as seguintes dimensões:

CLIENTES: A Cortimóveis pretende constituir-se como uma empresa de referência na conceção, fabrico e comercialização de mobiliário em madeira, apostando na exportação como elemento essencial para o crescimento e sustentação da atividade, através da manutenção dos mercados onde já opera, na consolidação daqueles em que iniciou a sua operação e na identificação de novas oportunidades para a expansão das suas marcas.

PESSOAS: Para a Cortimóveis as pessoas constituem o elemento fundamental para a concretização dos objetivos estabelecidos, apostando na estabilidade e na confiança, através da experiência e da qualificação dos profissionais da empresa e da criação de um clima organizacional que permita criar condições para a exigência dos níveis adequados de disponibilidade, rigor e atenção ao cliente.

FORNECEDORES: As relações com fornecedores constituem outro elemento decisivo para o sucesso do projeto Cortimóveis. Para o efeito consideramos fundamental a constituição de parcerias com os fornecedores estratégicos que permitam a concretização de uma qualidade irrepreensível do mobiliário, com otimização dos custos de armazenagem, sem perda de capacidade e de nível de serviço aos clientes.

PROCESSOS E TECNOLOGIA: Finalmente, a automatização e a melhoria contínua dos processos e do Sistema de Gestão da Qualidade, enquadradas pelo estrito cumprimentos dos requisitos expressos pelos clientes, legais ou outros que a Cortimóveis possa vir a subscrever, constituem meios e ferramentas de indispensável aposta para o aumento da qualidade e produtividade, seja no plano das tecnologias de produção seja no das tecnologias informáticas de apoio à gestão.



quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Fenabel


Líder de mercado em Portugal, a Fenabel é uma empresa de mobiliário que aposta fortemente na inovação e na qualidade como marcas distintivas dos seus produtos. Apoiando-se na experiência de quatro gerações, a Fenabel especializa-se na produção de cadeiras, oferecendo uma vasta colecção de estilos e formas em dois segmentos principais – Lar e Restauração/Hotelaria. A aliança entre o saber dos nossos dedicados funcionários e o recurso às mais recentes tecnologias garantem o conforto e a fiabilidade dos nossos produtos.

Presença recorrente nas mais prestigiadas feiras de mobiliário internacionais, a Fenabel é uma marca em constante crescimento que ocupa já uma posição privilegiada em diversos mercados. A nossa gama de produtos adapta-se a todos os tipos de ambientes e projectos decorativos, satisfazendo as diferentes necessidades de vários e reputados clientes, rendidos à excelência dos nossos padrões de design e qualidade. Assumindo um forte compromisso com a investigação e a inovação tecnológica, mas mantendo a confiança nos nossos comprovados métodos, a Fenabel continuará na vanguarda da indústria de mobiliário, respondendo com distinção às exigências de um mundo em constante mudança.

Referência: Fenabel

Fundada em 1992, em Rebordosa (Paredes), a empresa Fenabel é fabricante de cadeiras em madeira. A empresa, de cariz familiar, vai já na terceira geração, acumulando “saber, experiência e profissionalismo” capaz de oferecer um produto de qualidade reconhecido internacionalmente. A Fenabel com capacidade produtiva de média 1200 cadeiras por mês. Com uma equipa de 70 colaboradores, A Fenabel propõe-se trabalhar com rigor e determinação para honrar os compromissos assumidos com o cliente.

Equipada com a mais alta tecnologia, a Fenabel alia a tradição à inovação, apostando em design e em métodos de produção avançados. A marca Fenabel dispõe de um serviço personalizado - “taylor made” e de “customer made” - com soluções à medida adaptados às necessidades do cliente.

Referência: PortugalGlobal


Onde comprar: Fenabel Outlet
                        comercial@fenabel.pt

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Icel - Indústria de Cutelarias da Estremadura, S.A.

Constituída como sociedade em 1945, a empresa conta com a sua herança e tradição para manter o compromisso que assumiu - oferecer ao mercado produtos e serviço de qualidade ao nível nacional e internacional.

A Icel investiu, desde cedo, num crescimento estratégico e sustentado e, em 1973 inicia a exportação para mercados exigentes como os Estados Unidos, Canadá, Austrália, Suécia e Dinamarca e hoje está representada em 35 países dos vários continentes.

Para este sucesso contribuíram factores tão importantes como a capacidade de avaliação e resposta eficaz às necessidades dos diversos mercados, desenvolvendo uma cultura de inovação nos produtos e materiais, uma grande flexibilidade ao nível da produção, derivada da actualização tecnológica na modernização dos processos e na constante preocupação com a qualificação de todos os que integram a empresa.

Actualmente o quadro da empresa é constituída por 190 pessoas, produz 3.2 milhões de peças, dirigidas aos segmentos doméstico e profissional e factura cerca de € 9.000.000 por ano, sendo que 70% deste valor é para exportação. A nível nacional é líder no sector de cutelaria doméstica e profissional.

História

A Icel nasce a partir de uma oficina familiar fundada nos anos quarenta por três irmãos na qual se trabalhava o aço e de onde saíam peças de cutelaria para a agricultura e cozinha.

Esta oficina localizava-se em Ribafria, uma pequena aldeia perto de Benedita. No início a gama de produtos era constituída por canivetes e algumas facas totalmente fabricadas à mão. O aço utilizado era o aço carbono que era forjado e temperado com equipamentos rudimentares, sendo a energia utilizada proveniente do carvão. Os cabos eram feitos de ossos e chifres de animais. À medida que a produção foi aumentando, a distribuição deixa de ser local e passa a ser regional, e os produto passam a estar presentes em lojas e mercados de vários pontos do país, transportado na sua maioria pelos caminhos de ferro.

No ano de 1945, a pequena oficina já emprega 25 pessoas, e é tomada a decisão de constituir uma sociedade com o nome de Indústria de Cutelarias da Estremadura , Lda .do qual nasceria a primeira marca ICEL.



Aquinos Sofás

A Aquinos, fundada em 1985, é o maior fabricante de sofás da Península ibérica e o maior fornecedor europeu da IKEA.
A Aquinos produz cerca de um milhão de lugares/ano sendo um dos maiores fabricantes europeus de sofás.
O contrato de fornecimento para o mercado europeu da IKEA quadruplicou a produção da empresa.
O sucesso da Aquinos assenta nas características da oferta: sofás sempre com design inovador e exclusivos para cada cliente.
A Aquinos exporta para cerca de 25 países, entre os quais França, Espanha, Irlanda, Angola, Cabo Verde, Tunísia e Chipre.
A Aquinos tem também um projecto para revolucionar o método tradicional de fabrico de colchões ao qual, a AICEP, atribuiu o estatuto PIN (Projecto de Interesse Nacional) no montante de 23 milhões de euros.
A localização da nova unidade industrial numa região do interior criou 120 empregos directos e 90 indirectos, utiliza tecnologia de ponta única em Portugal e no mundo e permitiu aumentar a capacidade de produção de colchões para 3.000 unidades/dia.

Referência: http://www.portugalglobal.pt/PT/Internacionalizar/CasosSucesso/Paginas/Aquinos.aspx

Fundada em 1985, em Sinde (Tábua), a Aquinos de imediato se impôs como referência na indústria portuguesa de mobiliário.
Desde então, foram sendo realizados diversos investimentos de relevo, tendo em vista alcançar uma capacidade produtiva que assegurasse à empresa operar e competir, não apenas dentro de fronteiras, mas também no exterior. 
Neste âmbito destaca-se o continuo investimento em novas unidades industriais, equipamentos de vanguarda, formação e motivação de Recursos Humanos, equipas de investigação, desenvolvimento e design de novos produtos, assim como para a protecção do ambiente e melhoria das condições de trabalho seus colaboradores. 
O constante desafio da Aquinos é manter-se na linha da frente no mundo do mobiliário estofado, apostando fortemente na qualidade, no design, na técnica e tecnológica e no serviço aos clientes, esforçando-se permanentemente pela implementação de novos projectos, como forma de se colocar numa posição estratégica e tecnológica de vanguarda.



Onde comprar: IKEA

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Antarte

A Antarte nasceu há 13 anos, em Paredes. Mas foi em 2010 que o nome da marca correu mundo, devido à cadeira de descanso que criou para o Papa durante a última visita do sumo pontífice a Portugal. Bento XVI gostou tanto da cadeira, desenhada pelo arquitecto Audemaro Rocha, que pediu que a enviassem para o Vaticano.

A partir daí, a Antarte começou a marcar território com mobiliário de «design único, de linhas simples, confortável e ergonómico», diz o fundador, Mário Rocha. Depois da cadeira para o Papa lançaram, mais recentemente, a cadeira inspirada em José Mourinho, da autoria dos designers Rui Pedro Freire e José Luís Ferreira, em folha de nogueira, com suportes de carbono, e a cadeira para Cavaco Silva, idealizada por Paulo Lobo, de folha de freixo prensada e forrada a couro, com o símbolo da Presidência da República. Nenhuma das peças está à venda ao público.

«As imagens de marca da Antarte são a inovação e uma atenção especial ao design, criando tendências através de uma aposta nos novos criadores», diz Mário Rocha. Como uma tomada eléctrica embutida nos sofás e leds com intensidade regulável nos móveis da linha Viena. Ou as camas, por exemplo, com duas posições de descanso e um sistema de elevação do colchão que evita esforços na hora de esticar os lençóis e a colcha.

A Antarte produz peças em materiais nobres, como as madeiras de pau-santo, wengue e nogueira, disponíveis em várias cores. Mas a mais procurada pelo público é o cabide-árvore, da colecção Viena, a imagem da marca dos produtos. A poltrona Milano, da linha com o mesmo nome, também teve uma boa aceitação. Resulta da combinação de cores e materiais. Outro trunfo da marca é o facto de ter uma unidade industrial própria, em Rebordosa, Paredes. «Além de criarmos e produzirmos os móveis à medida e em função da necessidade do cliente».

Hoje, a Antarte já tem 14 lojas em Portugal e três em França, Suíça e África do Sul. E já foi premiada pelo design e inovação.

Referência: Artigo "Uma cadeira para Bento XVI" publicado na edição nº 1067 da revista Notícias Magazine