segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Tiffosi


O logotipo da Tiffosi tem uma máquina de costura vermelha, ao lado das letras brancas sob fundo preto. Mas bem podia ter uma fénix. Como o pássaro mitológico - que entrou em autocombustão e renasceu das cinzas -, também a têxtil minhota esteve à beira da morte... e ressurgiu, pela mão de António Vila Nova. Hoje, já voltou a crescer.

O grupo VNC - projecto liderado por António Vila Nova e "que tem como objectivo comprar, criar e juntar marcas que se adaptem ao mercado do retalho nacional e, depois, internacional" - comprou a Tiffosi em Setembro de 2008, quando esta estava à beira do abismo. E fê-la dar uma volta de 180 graus.

Os números falam por si. "Em 2008, a marca tinha valor, mas vivia com sérias dificuldades: possuía 474 empregados, uma administração familiar com desentendimentos, fazia 29 milhões de euros de vendas, mas tinha cinco milhões de prejuízo em EBITDA [lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização] e seis milhões negativos em resultados líquidos. Agora, vamos fechar este ano com mais de 600 funcionários, 39 milhões de vendas, quatro milhões em EBITDA e dois milhões positivos de resultados líquidos. Ou seja, esta empresa estava para fechar as portas e hoje é completamente diferente", descreve António Vila Nova.

O empresário já tinha know-how do sector do retalho: 15 anos antes fundara a Salsa com os irmãos Filipe e Beatriz (hoje só o primeiro se mantém por lá, embora António e Beatriz ainda sejam accionistas). E quando surgiu o negócio Tiffosi soube "aproveitar a oportunidade". Mas, afinal, qual foi a fórmula mágica? "Isto não tem nenhum segredo. Basicamente, pegámos na empresa, demos-lhe uma orientação específica e fizemos uma boa gestão de stocks", explica o presidente do conselho de administração, lembrando ainda a situação geográfica da Tiffosi: "No Vale do Ave temos todo o know-how de bem-fazer na área do têxtil."

No fundo, a passagem de uma empresa deficitária para um projecto "com perspectivas de crescimento nacional e internacional" baseia-se na trilogia sagrada de Vila Nova. "Temos produtos certos, vendemo-los no local certo e oferecemos uma relação qualidade-preço fantástica", aponta.

De resto, este último ponto é a chave da nova Tiffosi, erguida um pouco à imagem do grupo Inditex (da Zara, Pull&Bear e outras marcas acessíveis), do espanhol Amancio Ortega. "Queremos oferecer muito por pouco. O consumidor quer ter a sensação de que ficou a ganhar. Por isso, o segredo é fazer bons produtos a um preço altamente competitivo", descreve António Vila Nova, recordando uma conversa que teve com o fundador da Inditex: "Uma vez, ele disse-me 'Ó António, tu e eu podemos dar 500 euros por um casaco como este que trago, mas a maior parte das pessoas não. A chave de negócio é vender um que pareça bom como este, mas por 100 euros'."

O conselho funcionou. E a Tiffosi entrou numa segunda juventude. Tem 78 lojas em Portugal. E, depois de ter fechado todos os negócios internacionais - que "eram operações negativas" -, já prepara uma nova investida no estrangeiro, vendendo-se em lojas multimarca nos principais mercados da Europa.

O objectivo é ter a empresa, dentro de dez anos, "como uma das melhores marcas de jeans num ambiente europeu". E António Vila Nova acredita que vai consegui-lo. Porque os jeans são a sua "paixão", numa carreira "construída a pulso, num ambiente de dificuldades"... mas com uma alta margem de sucesso. Afinal, na Tiffosi, como nos outros projectos em que está envolvido (com o grupo Trofa Saúde à cabeça), o empresário nunca vira a cara a uma boa oportunidade de negócio. É assim que faz algumas empresas renascer como a fénix. "E esta acaba por ser a história das nossas vidas", remata.



Livros Uma Aventura


Uma Aventura é uma série de livros de literatura juvenil portuguesa, das autoras Isabel Alçada e Ana Maria Magalhães, iniciada em 1982 e que em 2012 tem 54 livros, quatro dos quais recomendados pelo plano nacional de leitura. A colecção segue as diversas aventuras de cinco jovens: as gémeas Teresa e Luísa, Pedro, Chico e João. O cão das gémeas (Caracol) e o de João (Faial) por vezes também entram.

As duas autoras co-escreveram outros livros em conjunto.

Foi criada uma adaptação para televisão para a SIC que conta com mais de 45 episódios. Teve já três elencos .

Em 2009 foi feito o Filme Uma Aventura na Casa Assombrada, uma adaptação pela Valentim de Carvalho e pela SIC de um dos livros de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, Uma aventura na Casa Assombrada com um elenco diferente da série original mas igualmente realizado por Carlos Coelho da Silva, as filmagens ocorreram em Julho e em Setembro. A Estreia decorreu no dia 3 de Dezembro de 2009.



Onde comprar: Livrarias
                        Superfícies comerciais

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Vieira de Castro - Produtos Alimentares S.A.


A Vieira de Castro é uma empresa portuguesa localizada em Vila Nova de Famalicão, no norte do país.
Presente no mercado há quase 70 anos, a Vieira de Castro tem vindo a consagrar-se como uma marca sustentável e competitiva, que aposta na qualidade e inovação, o que lhe confere um know-how ímpar na produção de bolachas, amêndoas e rebuçados.
Ao longo dos anos, a empresa procurou sempre responder, o mais eficazmente possível, às necessidades do mercado, tentando proporcionar, a todos quantos consomem os seus produtos, momentos de verdadeiro prazer.
Nesse sentido, são essenciais os esforços que têm sido dispensados à inovação e desenvolvimento de novos produtos, assim como à melhoria e aperfeiçoamento da qualidade dos já existentes.
Hoje, a Vieira de Castro é o maior fabricante português no sector das bolachas.
A Visão, a Missão e os Valores da empresa, a seguir descritos, simbolizam o compromisso da Vieira de Castro e de toda a sua equipa com o trabalho que é realizado.

Visão
Satisfazer plenamente os clientes e colaboradores. Distinguir-nos-emos por atitudes de excelência.

Missão
Produzir e comercializar produtos alimentares no mercado global com qualidade, eficiência e eficácia. Assegurar o desenvolvimento da empresa com preocupações sociais e ambientais.

Valores
Promover um clima laboral que permita a realização pessoal, potenciando o trabalho em equipa com elevados níveis de criatividade, desempenho e segurança.

Dos produtos da Vieira de Castro destacamos as Bolachas de Água e sal, Digestive, Cream Cracker, as Amêndoas de Açucar, de Chocolate e os Rebuçados Flocos de Neve.

                  http://www.vieiradecastro.pt/produtos/


Onde comprar: Superfícies comerciais por todo o país

EPOLI- Espumas de Polietileno, S.A.


Foi num espaço alugado, com 1200 metros quadrados, na Maia, que a Epoli eclodiu, em 1992, como mais um dos braços do Grupo Promotor. Em apenas quatro anos, a saúde do negócio ditou que passasse a ocupar um espaço cerca de 20 vezes maior, com 25 mil metros quadrados, em Alvarelhos, Trofa, onde, actualmente, se encontra. Uma década volvida e chegou a altura de expandir a produção também para a República Checa, sempre sem perder o país natal de vista.

O nome é difícil de pronunciar e a utilidade talvez não se adivinhe à partida. Ainda assim, e mesmo sem que se dê por isso, as espumas de polietileno podem marcar presença em diversos momentos do quotidiano. No caso das espumas que a portuguesa Epoli produz com base neste polímero sintético, elas podem ser encontradas em embalagens que protegem contra o choque ou atrito. O leque de aplicações é extenso e pode ir desde as redes que envolvem certas variedades de fruta mais sensíveis, até aos perfis que impedem que telemóveis ou tablets, acabados de comprar, surjam com riscos ou que alguns electrodomésticos se danifiquem ao serem transportados.

Com uma posição de destaque no mercado ibérico, a empresa sediada na Trofa diz-se também "especialista" no isolamento térmico e acústico, no âmbito da construção civil, nomeadamente no que toca aos pavimentos de madeira flutuante. As espumas Epoli aceleram também para o sector automóvel, com vários tipos de utilização.

Para compreender o negócio, uma pergunta é inevitável: o que é, afinal, a espuma de polietileno? João Lopes, general manager da Epoli explica que "não é mais do que um produto que resulta da formação de muito pequenas bolsas de gás no polímero polietileno a que vulgarmente se chama plástico". Fabricadas através de um processo que implica a extrusão do polietileno com a ajuda de um gás expansor, estas espumas são ainda totalmente recicláveis.

360 mil metros cúbicos de espuma nascem, todos os anos, nas duas fábricas da Epoli, a partir de perto de 9 mil toneladas de polietileno que ali chegam para serem extrudidas. Este tipo de plástico pouco denso é comprado no mercado interno, e no externo, mas é lá para fora que se encaminha a maioria dos produtos com chancela nacional. A maior fatia vai para a Europa: 85% das vendas dividem-se entre Espanha, França, Alemanha, Itália, Holanda, Irlanda, República Checa, Suíça, Bélgica e Hungria. Foi precisamente para absorver o crescimento do negócio no centro da Europa que, em 2006, a cidade de Libcice, a 20 quilómetros de Praga, assistiu à criação da segunda unidade produtiva da Epoli, desta feita na República Checa.

Referência: Artigo "Portugal faz bem - Espuma de todos os dias" publicado na edição nº 1033 da revista VISÃO


Onde comprar: Lojas de bricolage e outras

Rutz


A ideia há muito que lhes desfilava na mente: levar para a frente um produto intrinsecamente português, para cá, dar corda à paixão pelos sapatos, para lá. O que veio dar pernas para o negócio da Rutz andar, porém, foi a cortiça, que abriu caminho a um projecto sustentado «nas raízes tradicionais do nosso país», pensaram Raquel Castro e Hugo Baptista - aos quais, entretanto, se juntou a terceira sócia, Teresa Vieira da Cruz -, as cabeças por detrás de uma jovem empresa que caiu aos pés das portuguesas.

Nascida na encruzilhada da crise, em Janeiro de 2012, a marca tem lutado, assumem os seus responsáveis, para que «a grande competitividade» do sector do calçado luso não lhes corte as vazas. A via alternativa que elegeu foi a da diferenciação, que deu cor e motivos bordados à cortiça e germinou na criação da Rutz. Um nome radicado no termo inglês «roots», sem deixar de almejar a novas rotas («routes», na mesma língua). Pisando em terra firme, com o mote rural, estes assumem-se, ainda assim, como sapatos essencialmente «urbanos e ligados às tendências». O futuro, Raquel, Hugo e Teresa querem-no igualmente a curta distância, daí que não dispensem «manter contacto permanente com a comunidade académica» e com outros players do sector da transformação da cortiça, em busca «de novos desenvolvimentos no potencial de aplicação».

Contrariando a célebre canção de Nancy Sinatra (que cantava «these boots are made for walking»), os três sócios garantem que estes sapatos de cortiça «também foram feitos para contar histórias». Na primeira colecção, Love Letters Collection, corre a antiga arte minhota dos lenços dos namorados. É por isso que neles se escreve «curação» ou «namurado», com «u», e «buar», em vez de voar, sem que daí reste «um pingo de vergonha» pelos erros ortográficos. A próxima colecção, também de inspiração nacional, chega em Janeiro.

500 pares de sapatos de cortiça colorida e bordada completaram a primeira de várias encomendas, feita a uma fábrica de São João da Madeira, que continua a dar chão ao calçado Rutz. O design é de Raquel e Hugo, os componentes são todos comprados em Portugal e a execução fica a cabo da mesma unidade sanjoanense, que por vezes tem de chamar os criativos à terra.

Em território nacional, a Rutz está à venda em 34 lojas e já chegou além-fronteiras: primeiro em Hanôver, na Alemanha, depois Odense, na Dinamarca, e Roterdão, na Holanda. Bélgica e Luxemburgo prometem ser as próximas paragens e está ainda em vista um salto até ao Oriente, com negociações em Macau. Estes sapatos de cortiça portuguesa podem ainda viajar até qualquer parte do mundo, através da loja online.

Referência: Artigo "Portugal faz bem - Do pé para a raiz" publicado na edição nº 1034 da revista VISÃO


                        http://www.rutz.pt/pt/stores/

Condi - Alimentar S.A.


A Condi-Alimentar, S.A. foi fundada em 1991.

Com mais de 300 referencias no ativo, e clientes nos quatro cantos do mundo a CONDI ALIMENTAR tem sabido reagir à exigências do mercado alimentar, criando e desenvolvendo novas referências em função dos diferentes mercados, culturas e gostos.

A Condi procura acompanhar as tendências dos consumidores, criando sucessivamente novos produtos, dos quais destacamos : o puré de batata instantâneo, as gelatinas os pudins com açúcar e light, o pau de canela individualizado para mexer o café, as marinadas, os refrescos e muitos mais.

Na Condi damos primazia à qualidade dos produtos e à satisfação dos nossos clientes.



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Portugal Global - Edição 51

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domingo, 30 de dezembro de 2012

Tabletip Games

A Tabletip Games é uma editora de jogos de mesa portuguesa que começou em 2012 com um punhado de ideias e um projecto para as desenvolver.
Acreditamos em jogos que juntam diferentes gerações à volta de uma mesa e promovem conversas improváveis.
Acreditamos que os jogos podem ser um meio para abordar temas contemporâneos e contribuir para uma reflexão atenta ao que nos rodeia.
Os nossos jogos não são apenas jogos, são formas de convívio divertidas e inteligentes!

O primeiro produto desta empresa é:

Vem aí a Troika! é uma obra de ficção, passada num país chamado Portugalândia, onde podem existir líderes corruptos e incompetentes, interesses financeiros obscuros e grupos de interesses que se estão nas tintas para o país, provocando a bancarrota do Estado e a vinda da Troika. Qualquer semelhança com factos, entidades ou pessoas reais é mera coincidência.

O jogo é uma sátira da dinâmica de poder, pressão e influência, que dominam a vida de uma sociedade democrática.

Cada jogador representa um mais ou menos obscuro grupo de interesses que através de manipulação política, social e económica, tenta ganhar poder, votos e dinheiro.

Ganha o jogador que obtiver mais pontos criando a sua teia de influências, gerando consensos políticos, vencendo eleições, acumulando dinheiro e títulos de depósito em paraísos fiscais (offshores).



segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Rebuçados Dr. Bayard


Pelo nome pode não parecer, mas a empresa é nacional. Fundada em Lisboa em 1949, a sua história leva-nos a uma época de guerra e refugiados. Corria o ano de 1939, e com o início da Segunda Guerra Mundial, a capital portuguesa enchia-se de refugiados. Um deles, aquele que viria a dar a Álvaro Matias – o fundador da empresa – a receita dos rebuçados para a tosse: um francês, o Dr. Bayard.

Álvaro Matias trabalhava então numa mercearia de Lisboa. A mesma onde a amizade com o refugiado francês ganhou força durante os anos em que este esteve Portugal, até ao final da Guerra. É no seu regresso a casa que antes de partir Dr. Bayard entrega ao amigo marçano, como agradecimento, a receita para os rebuçados peitorais que costumava vender na sua farmácia em França. Fórmula que se manteria inalterável desde então.

Tendo começado com uma produção reduzida e caseira, o sucesso do produto levou rapidamente a uma industrialização. Actualmente a actividade é totalmente mecanizada e a Fábrica de Rebuçados Bayard, Lda., na Amadora, está nas mãos do filho e neto do fundador da empresa: José António e André Matias.

Já a atravessar três gerações, o “segredo bem guardado” para qualidade e sucesso, diz a empresa no site, está “na mistura dos ingredientes, que asseguram as qualidades terapêuticas” e nas “temperaturas e tempos de secagem”.

À semelhança da fórmula que permanece inalterável, também a embalagem destes rebuçados peitorais mantém o mesmo registo, nunca abandonando o facilmente reconhecível logótipo do “homem a tossir”, bem como a frase “onde chegam os rebuçados peitorais do Dr.Bayard”.



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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Nautilus


Fundada em 1996, a NAUTILUS conta hoje com três unidades industriais. Uma indústria de marcenaria em Jovim, Gondomar, com uma área edificada de 3.000m² e uma indústria de serralharia situada em Zebreiros, Foz do Sousa - Gondomar, com uma superfície total de 19.000 m², dos quais estão edificados 5.500m², os complexos fabril e administrativo. Em Castelo de Paiva encontra-se a terceira unidade, com 22.000m² de área total onde 5.000m² são edificados.

Os seus recursos mais importantes sempre foram os recursos humanos, cerca de setenta colaboradores distribuídos por três unidades.

A NAUTILUS tem hoje um NITEC, para desenvolvimento de produto, com o objectivo de criar novos produtos e desenvolver soluções personalizadas em relação estreita com arquitectos e designers.

No complexo industrial de Zebreiros existe ainda um espaço expositivo de 700m² onde são apresentados os produtos standard da NAUTILUS, assim como exposições temáticas ou de mobiliário de autor.

A Nautilus é uma empresa que cria soluções inovadoras com incorporação tecnológica para aplicar no mobiliário escolar.

A Nautilus produz uma mesa interactiva com computador integrado, a Uni Net, que pode substituir os cadernos e os manuais escolares.

A Uni Net é exportada para Espanha e Reino Unido e recebeu na Suíça o Worlddidac Award, o maior galargão mundial para a inovação no domínio da educação.

Produz as estações interactivas Netboard para as escolas básicas.

Também fabrica mobiliário inovador de que é exemplo a Ergos, uma linha de mesas e cadeiras em polipropileno.

A Nautilus integra a rede de PME inovadoras da COTEC.



Guloso


A marca Guloso foi fundada em 1945. É uma marca especializada em produtos de tomate, tendo na sua actual gama produtos como Concentrado de Tomate, Polpa de Tomate, Refogado de Tomate, Tomate Pelado e em Pedaços, Molhos prontos e Ketchup.

Está integrada numa das maiores empresas agro-industriais do país - a Sugalidal, S.A. – uma empresa de capital 100% nacional, que se tornou num dos maiores produtores de tomate a nível europeu.

A Sugalidal possui 2 instalações fabris, na Azambuja e em Benavente, que processam um total de 450 mil toneladas de tomate. A fábrica da Azambuja está vocacionada para a primeira transformação, ou seja, na produção de concentrado de tomate. A fábrica de Benavente, para além da primeira transformação dedica-se também à 2ª transformação, onde são produzidos os produtos Guloso.

Na “casa” Guloso existe um forte compromisso com a qualidade e para que esta possa ser garantida, existem métodos de controlo rigorosos, que acompanham todo um processo evolutivo desde a matéria-prima até ao produto final. Para isso, existem técnicos, que conhecem a fundo a cultura do tomate e trabalham em conjunto com o agricultor, zelando para que se cumpram as regras estabelecidas de qualidade e respeito pelo ambiente.



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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

"Oratio Classroom & the World of Music"

O projecto do professor português João Carlos Ramalheiro conquistou o primeiro lugar na categoria “A Escolha dos Professores”, no âmbito do concurso internacional “Microsoft Partners in Learning Global Forum 2012”. Esta é a primeira vez em que um projecto português vence o evento da Microsoft.
João Carlos Ramalheiro, professor de música do agrupamento de escolas da Lousã, participou no concurso com o projecto “Oratio Classroom & the World of Music”, que pretende ajudar as crianças do 1º ciclo do ensino básico a aprenderem música de uma forma intuitiva, utilizando recursos e tecnologias do século XXI. O projecto foi o mais votado pelos cerca de 200 professores que participaram no evento, que decorreu em Praga (República Checa) entre 28 de Novembro e 2 de Dezembro.
«Sinto-me muito orgulhoso pelo nosso projecto ter sido escolhido numa competição tão exigente como a do PiL Forum em Praga, ainda mais por ter tido a honra de conquistar o primeiro lugar na categoria Educators’ Choice, que premeia a escolha dos professores. É uma grande motivação para mim, para a escola e para os meus alunos», afirma João Carlos Ramalheiro, em nota de imprensa divulgada pela Microsoft. «Foi, também, uma experiência fantástica poder partilhar experiências com outros professores de todo o mundo, mentes brilhantes, com projectos brilhantes, com grande vontade de mudar o ensino e combater a resistência instalada nos sistemas escolares desde a revolução industrial», conclui.
Na edição deste ano do “Microsoft Partners in Learning Global Forum” concorreram quase 200 educadores, selecionados de entre mais de 250 mil candidatos, em diferentes eventos nacionais e regionais. Ao todo, foram distinguidos 18 projectos em seis categorias diferentes, por um painel internacional composto por especialistas na área da educação. A selecção dos vencedores resultou de “tours” virtuais nas salas de aula, bem como entrevistas realizadas pelos júris, nas quais os educadores deram provas de como as suas práticas de ensino inovadoras permitem dotar os estudantes de competências cruciais para o século XXI.
Os vencedores serão incluídos no novo programa “Microsoft Innovative Educator Expert”, uma iniciativa que tem como objectivo reconhecer a nível mundial professores que utilizam a tecnologia para a transformação do ensino. Estes “especialistas” tornar-se-ão parceiros da Microsoft em todas as iniciativas de divulgação e partilha de práticas de ensino inovadoras para os resultados da aprendizagem, entre professores e decisores políticos.
 

Portugal Sou Eu

Vai ser lançada no dia 13 de dezembro, na Exponor, a iniciativa PORTUGAL SOU EU, promovida pelo Ministério da Economia e do Emprego. Esta iniciativa é fruto da vontade comum de agentes públicos e privados de valorizar a imagem de Portugal e dos seus produtos, enquanto contributos fundamentais para a competitividade das pequenas e médias empresas nacionais.
Ao projecto PORTUGAL SOU EU, que se desenvolverá em parceria com a AEP – Associação Empresarial de Portugal, Câmara de Comércio e Indústria, a AIP- Associação Industrial Portugal, a CAP – Agricultores de Portugal e o IAPMEI – Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação, já se associaram dezenas de empresas nacionais.
O objectivo é sensibilizar produtores e consumidores para a importância social e económica que a produção e o consumo de produtos com valor acrescentado nacional representam para o crescimento das empresas e do emprego nacional, ajudando a valorizar as marcas nacionais na comunicação com o mercado e estimulando novas oportunidades de negócio.
 
 
Site e programa do evento: http://www.portugalsoueu.pt/
 

Cavalinho


Cavalinho - Fundada em 1975 partindo de uma empresa de cariz familiar. Especializou-se no fabrico de artigos manufacturados: bolsas, carteiras e marroquinaria para Homem e Senhora, utilizando ainda métodos de fabrico artesanais complementados com actuais meios técnicos em instalações modernas.
Possuidora de uma jovem equipa, em permanente formação e investigação tecnológica, a Cavalinho alia a experiência acumulada através dos anos e transmite ao seu produto um design de qualidade e inovação, para que este vá sempre de encontro às exigências do mercado, criando tendências e moda internacional.



                        http://www.cavalinhostore.com/

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Nobre

Com mais de 50 anos de história, a Nobre foi fundada por Marcolino Nobre, em Rio Maior, pertencendo hoje ao grupo Campofrio Food, a maior empresa de carnes processadas da Europa e uma das cinco maiores do mundo. As duas marcas – Nobre e Campofrio – ficaram fortalecidas com a fusão, em 2008, e têm a liderança no mercado em Portugal.

Como afirma Rui Silva, CEO da em-presa, a Nobre, “como uma das maiores companhias no sector das carnes processadas, é, de muitas formas, o standard da indústria devido ao seu profundo conhecimento dos clientes e dos consumidores, o que tem permiti-do a geração de novas oportunidades de crescimento no mercado e atingir o objectivo de ser uma das companhias líderes no sector alimentar”.

A Nobre trabalha em todos os canais e segmentos de mercado, desenvolvendo soluções que vão desde a charcutaria tradicional até à mais moderna alimentação de conveniência – chouriço, fiambres de porco e de aves, presunto, salsichas, pizzas, refeições prontas, componentes de refeições e snacks. 

Segundo o mesmo responsável, “esta é uma gama de produtos que permite à Nobre, devido à sua variedade e qualidade, consolidar a sua posição de companhia e de marca líder na maior parte das categorias em que opera”.
Com 700 colaboradores, a Nobre registou uma facturação de 102 milhões de euros em 2011 e um volume de vendas anual da ordem das 32 700 toneladas, das quais 3.900 toneladas foram para exportação, o que equivale a 12 por cento do total. Em 2011, exportação na Nobre registou um crescimento de 36 por cento, estando previsto para este ano um crescimento de cerca de 20 por cento.

A exportar desde a década de 80, a empresa está actualmente presente em 28 países, com gamas adequadas a cada uma das vertentes do mercado respondendo aos hábitos de consumo locais e outros constrangimentos, quer sejam legais, religiosos ou outros, explica a mesma fonte. Exemplo disso são os produtos Halal destinados ao mercado muçulmano.
PALOP e Europa são os principais destinos de exportação dos produtos de charcutaria tradicional portuguesa da Nobre. A empresa aposta também em novos mercados de exportação, como a América 
Latina, Rússia e o mercado muçulmano. 


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sábado, 8 de dezembro de 2012

Petratex


O nadador campeão olímpico Michael Phelps agradeceu, por escrito, a ajuda da Petratex na conquista das oito medalhas de ouro em Pequim. Agora, nos Jogos Olímpicos de Londres, no próximo ano, usará a versão melhorada do fato LZR Racer da Speedo.

O segredo está guardado a sete chaves e são poucos os que o conhecem. “Não deixamos que copiem os nossos modelos”, sublinha o empresário Sérgio Neto. Ou seja, nem o i pôde dar uma espreitadela. Aquela zona da fábrica está vedada a curiosos e só entra quem estiver autorizado e com código de acesso. O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, já lá esteve, mas foi obrigado a assinar um termo de confidencialidade exigido pela Speedo, que faz questão de saber quem são as poucas pessoas que já viram o novo fato.

“O fato de natação da Speedo, usado pelo campeão Michael Phelps, em 2008, trouxe-nos notoriedade, mas não representa o que é a Petratex”, sublinha Sérgio Neto, que há 23 anos entrou como director fabril para a empresa de Paços de Ferreira e hoje divide o capital da mesma em partes iguais com o fundador Vítor Magalhães.

Sérgio Neto explica que o vestuário de desporto “high tech” e sem costuras (dito “Nosew”) representa 30 por cento do negócio da Petratex, que é, sobretudo, um forte produtor de moda. Mas foi a tecnologia “Nosew” (peças 100% coladas que, no caso da natação, reduzem o efeito de arrasto, visto não haver costuras), que colocou a empresa de Paços de Ferreira na revista Times, figurando na 26ª posição no “Best Inventions of 2008”. Mais do que isso, a Petratex revolucionou, então, o mercado têxtil.

“Continuamos a crescer neste momento de crise porque vendemos produtos diferentes”, frisa o empresário.

Em 2010, a Petratex, que exporta 100% da produção, facturou 61 milhões de euros. “Este ano vamos ultrapassar os 70 milhões de euros ” e “dentro de dois a três anos estaremos a facturar 100 milhões de euros porque vamos entrar em áreas onde não estamos agora”, revela Sérgio Neto.

Além da produção portuguesa, que assegura 60 por cento do negócio, a Petratex também recorre a Marrocos e à Tunísia, onde, além de duas unidades próprias (em Bizerte e Sousse, com 180 funcionários), trabalha com 40 fábricas locais.
“A nossa ida para a Tunísia acabou por trazer mais negócios para Portugal.

Quando fomos, há oito anos, facturávamos 24 milhões de euros, este ano iremos ultrapassar os 70 milhões de euros. O que quero dizer é que não deslocalizámos negócio nem reduzimos postos de trabalho”, sublinha.

Mas o empresário lembra que o sector em Portugal, apesar de ter futuro, ao contrário do que muitos diziam há uma década atrás, debate-se com o problema da falta de mão-de-obra. “Também sabemos que os filhos das nossas costureiras não vão querer estar à frente de uma máquina”, afirma. A solução é “formar quadros e pensar global”, adianta.

“Ser feliz e não gostar de quem se queixa” Para Sérgio Neto, falar de negócio é falar de felicidade, tanto dos trabalhadores como dos clientes. Conta que “a cultura da Petratex” é uma espécie de cartilha, de onde destaca dois mandamentos: “Ser feliz e não gostar de quem se queixa”.
Todos na empresa têm objectivos a cumprir. “Aqui, as hierarquias são muito planas, consegue-se falar e chegar a quem quer que seja”, explica. É importante que todos conheçam a estratégia da empresa, “desde a administração até à senhora da limpeza”. O lucro em 2010 foi de 1,6 milhões de euros.

Para Sérgio Neto, a felicidade dos trabalhadores traduz-se numa cantina moderna com 400 metros quadrados e vistas para um jardim de 2500 metros quadrados. Em Março, ficará pronto o ginásio.

“Para mim não faz sentido acordar sem objectivos, tenho de fazer a diferença de alguma maneira e contribuir para a felicidade de alguém. É assim, que gosto de estar na vida”, confessa.



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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Naturea® Petfoods


Empresa ainda muito jovem, a Naturea® Petfoods é um projecto inteiramente português que pretende, em poucos anos, exportar a quase totalidade da sua produção de alimentos para cães e gatos. A empresa de Santarém tem na Alemanha e Espanha os seus principais clientes, mas exporta já para um número considerável de mercados. À qualidade dos produtos Naturea® está associado um conceito inovador: os alimentos para animais de estimação cujos ingredientes estão aprovados para consumo humano.
Um projecto que já foi premiado.

Naturea® produz alimentos sem cereais biologicamente apropriados para  cães e gatos (Biologically Appropriate Concept - Grain Free), de que se destacam os biscoitos da marca, confeccionados de forma artesanal, os biscoitos Naturea® são fiéis à produção tradicional típica de uma pequena vila na costa portuguesa, que podem ser também consumidos pelos humanos. Uma inovação que se tem revelado um sucesso e que se aplica a todos os produtos Naturea®,  que projecta agora criar uma linha de húmidos para cães e gatos igualmente com ingredientes aprovados para consumo humano. 
Para já, e além das dietas e dos biscoitos Naturea®,  a empresa disponibiliza também três suplementos alimentares que complementam a oferta da marca.
Em pouco mais de um ano de existência, a Naturea® Petfoods exporta já para um conjunto diversificado de mercados, dos quais se destacam a Alemanha e a Espanha, chegando com os seus produtos também a França, Luxemburgo, Áustria, Dinamarca, República Checa, Eslovénia e Lituânia.
Em Portugal, a empresa tem cerca de 170 pontos de venda, um número que pretende duplicar até final deste ano; no exterior, a Naturea® tem um contrato com uma empresa alemã que detém 5.000 postos de venda na Alemanha, no Luxemburgo e na Áustria, enquanto em Espanha, a distribuição está concentrada na cidade de Madrid. É objectivo da empresa conseguir 20 representantes internacionais até Dezembro certames da especialidade, onde são a única empresa portuguesa presente. 



quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

NDrive


A NDrive é uma empresa de engenharia portuguesa, especialista em alta tecnologia para aplicar a sistemas inovadores de navegação por GPS.
O sistema NDrive permite a pesquisa rápida e a localização no mapa de qualquer direcção ou ponto de interesse.
O novo navegador NDrive Touch é a última inovação da empresa a ser lançado no mercado mundial e coloca a empresa no topo a nível tecnológico.
O NDrive Touch, é um dos líderes de vendas no Brasil e um grande sucesso no mercado russo.
A NDrive desenvolve o software e também a concepção do hardware de todos os produtos.

Miranda & Irmão


A Miranda & Irmão, Lda é uma em-presa fabricante de componentes para veículos de duas rodas com mais de 70 anos de experiência no sector. 
As suas instalações sociais situam-se na zona industrial de Vale do Grou, em Águeda, ocupando uma área de aproximadamente 18.000 metros quadrados, dos quais 11.000 são cobertos. 
É uma empresa fortemente virada para os mercados externos, que representam quase a totalidade do seu volume de negócios, sendo os mercados alemão, holandês, italiano e francês os que ocupam a maior fatia na sua facturação e onde a notoriedade da marca “Miranda” é mais evidente. 
Com a marca “Miranda”, a empresa posiciona os seus produtos nos segmentos de média e alta gama. 
Os componentes produzidos pela Miranda equipam as mais prestigiadas marcas de bicicletas a nível europeu, em forma de pedaleiras, travões e manetes  segmentos em que a empresa tem investido recursos de forma a apresentar soluções inovadoras, diferenciadoras e de prestígio.
A nível de facturação a empresa tem crescido nos últimos anos, garantindo o seu estatuto de empresa “PME Líder”. Actualmente exporta mais de 6 milhões de euros, com previsões de um incremento em cerca de 10 por cento até final de 2013.

A Miranda & Irmão produz diversos componentes para bicicletas, que se diferenciam pela qualidade, designe acabamentos exclusivos. A flexibilidade de opções nos seus artigos deriva-da da forte capacidade produtiva da Miranda – os componentes são produzidos em Portugal, facilitando a adaptação destes às necessidades do cliente –, e uma forte aposta nos canais de distribuição que permite entregar os produtos ao cliente no menor tempo possível, fazem com que a empresa seja uma referência no sector. Desta forma, os produtos surgem com eleva-do valor acrescentado por se adapta-rem de forma sinérgica ao design das 
bicicletas que os incorporam. A marca Miranda é hoje uma das mais presti-giadas marcas europeias nos segmentos que ocupa, sendo que a médio e longo prazo se pretende posicionar cada vez mais como uma marca líder a nível europeu.